ARTE E CULTURA
Exposição no Centro Cultural reúne pinturas, esculturas e música de viola
Data de publicação: 26/08/2026
A “Exposição de um violeiro”, de 1º a 14 de setembro no hall do Centro Cultural Vera Schubert, apresenta produções recentes e resgates da trajetória do artista plástico e violeiro Felippe Basilio Marçal. A mostra reúne 18 obras, incluindo desenhos à mão livre antigos e pinturas a óleo sobre tela, releituras e criações explorando o estilo de técnica Naïf. Felippe vai expor obras inéditas utilizando técnicas de óleo sobre tela, que transitam do realismo ao impressionismo, e pinturas com influência da tecelagem e cultura andina, além de arte sacra rústica. A exposição busca estreitar os laços entre o olhar e a escuta, despertando curiosidade profunda sobre as infinitas conexões entre o universo visual e o sonoro. Nascido em 2007, em Umuarama, Felippe Marçal é músico, desenhista, pintor e escultor autodidata, formado em design gráfico pela UniCV. Com trajetória marcada pela viola caipira, pelo desenho e pintura, ele se destaca pela exploração do cenário da vivência rural e da cultura da viola caipira. No processo criativo, utiliza principalmente técnicas de óleo sobre tela, escultura de papel machê em tela e desenhos a lápis, construindo uma linguagem visual e sonora que transita entre estilos variados. A pintura a óleo tem influência da tecelagem e cultura andina, com telas de técnica Naïf e arte sacra rústica. “Minhas obras têm como objetivo despertar interesse e curiosidade sobre o universo da arte e da música. Em fase de desenvolvimento de produções, atualmente, busco aprimoramento para futuras exposições”, afirma Felippe. A exposição reúne uma jornada visual, que resgata as origens da identidade artística e retrata os primeiros passos do artista; o despertar dos acordes visuais, com produção recente e lúcida, onde a cultura e a alma da viola caipira ganham vida no espaço da tela; e o som da raiz, onde o visual encontra o sonoro. “Este núcleo celebra a fusão definitiva entre a imagem e a melodia por meio de um concerto ao vivo de viola caipira. Mais do que música, a apresentação é uma extensão performática das pinturas e acordes dedilhados, que reconecta o visitante com a ancestralidade e as lendas da cultura caipira”, convida o secretário de Cultura do município, Rodrigo Fernandes Pereira. A entrada é gratuita.
A “Exposição de um violeiro”, de 1º a 14 de setembro no hall do Centro Cultural Vera Schubert, apresenta produções recentes e resgates da trajetória do artista plástico e violeiro Felippe Basilio Marçal. A mostra reúne 18 obras, incluindo desenhos à mão livre antigos e pinturas a óleo sobre tela, releituras e criações explorando o estilo de técnica Naïf.
Felippe vai expor obras inéditas utilizando técnicas de óleo sobre tela, que transitam do realismo ao impressionismo, e pinturas com influência da tecelagem e cultura andina, além de arte sacra rústica. A exposição busca estreitar os laços entre o olhar e a escuta, despertando curiosidade profunda sobre as infinitas conexões entre o universo visual e o sonoro.
Nascido em 2007, em Umuarama, Felippe Marçal é músico, desenhista, pintor e escultor autodidata, formado em design gráfico pela UniCV. Com trajetória marcada pela viola caipira, pelo desenho e pintura, ele se destaca pela exploração do cenário da vivência rural e da cultura da viola caipira.
No processo criativo, utiliza principalmente técnicas de óleo sobre tela, escultura de papel machê em tela e desenhos a lápis, construindo uma linguagem visual e sonora que transita entre estilos variados. A pintura a óleo tem influência da tecelagem e cultura andina, com telas de técnica Naïf e arte sacra rústica.
“Minhas obras têm como objetivo despertar interesse e curiosidade sobre o universo da arte e da música. Em fase de desenvolvimento de produções, atualmente, busco aprimoramento para futuras exposições”, afirma Felippe.
A exposição reúne uma jornada visual, que resgata as origens da identidade artística e retrata os primeiros passos do artista; o despertar dos acordes visuais, com produção recente e lúcida, onde a cultura e a alma da viola caipira ganham vida no espaço da tela; e o som da raiz, onde o visual encontra o sonoro.
“Este núcleo celebra a fusão definitiva entre a imagem e a melodia por meio de um concerto ao vivo de viola caipira. Mais do que música, a apresentação é uma extensão performática das pinturas e acordes dedilhados, que reconecta o visitante com a ancestralidade e as lendas da cultura caipira”, convida o secretário de Cultura do município, Rodrigo Fernandes Pereira. A entrada é gratuita.