INFRAESTRUTURA
Chuva atrasa ritmo, mas obra de drenagem pluvial não está parada
Data de publicação: 20/10/2026
O grande volume de chuvas das últimas semanas prejudicou o andamento da megaobra de drenagem executada pela Prefeitura de Umuarama, a partir do Bosque dos Xetá. O serviço inclui escavações no cruzamento das avenidas Castelo Branco com Flórida e Parigot de Souza, o que exigiu o bloqueio parcial da passagem de veículos, bem como a interdição total de trechos da avenida Flórida e da Parigot de Souza. A administração municipal informa que, apesar do atraso no cronograma – ocasionado pelo excesso de chuvas (são cerca 345mm em pouco mais de 30 dias) – as obras não estão ‘paradas’, como se chegou a cogitar. “Houve uma redução no ritmo de trabalho, de fato, porque as galerias que passam pelo cruzamento recebem um enorme volume de água nos dias de chuva forte”, explica o secretário de Obras, Renato Caobianco. Além da água que corre pela tubulação antiga, ainda ativa, o excesso de chuvas também deixa o solo instável e sujeito a erosão, caso haja rompimento das galerias. Da mesma forma, o concreto utilizado na construção das caixas de ligação da rede exige cinco dias de secagem e cura. “Desde o início do período de chuvas, não tivemos uma semana inteira de sol. Para a obra avançar, é necessário a construção da 'caixaria', o enchimento e secagem do concreto, para só então conectar os tubos e redirecionar o fluxo de águas pluviais”, explicou o secretário. O prefeito Fernando Scanavaca manifestou sensibilidade com comerciantes e moradores de áreas impactadas, lamentou o atraso pelos imprevistos climáticos e assegurou que, assim que o tempo firmar, o trabalho será agilizado. “Precisamos da paciência. Esta obra é fundamental para resolver o problema do alagamento na região central, que ficou evidente mais uma vez durante as chuvas recentes. Mas uma obra dessa dimensão depende do bom tempo”, afirmou. Segundo o prefeito, o trecho inicial é um dos mais desafiadores, pois envolve a implantação dos tubos de maior diâmetro e a construção de várias caixas para os ajustes do traçado. “Assim que avançarmos esta etapa, e o tempo permitir, a obra avançará mais rapidamente nos outros trechos”, previu. “Agora é necessário um pouco de paciência, mas estamos atentos e buscando agilizar o andamento”, completou.
O grande volume de chuvas das últimas semanas prejudicou o andamento da megaobra de drenagem executada pela Prefeitura de Umuarama, a partir do Bosque dos Xetá. O serviço inclui escavações no cruzamento das avenidas Castelo Branco com Flórida e Parigot de Souza, o que exigiu o bloqueio parcial da passagem de veículos, bem como a interdição total de trechos da avenida Flórida e da Parigot de Souza.
A administração municipal informa que, apesar do atraso no cronograma – ocasionado pelo excesso de chuvas (são cerca 345mm em pouco mais de 30 dias) – as obras não estão ‘paradas’, como se chegou a cogitar. “Houve uma redução no ritmo de trabalho, de fato, porque as galerias que passam pelo cruzamento recebem um enorme volume de água nos dias de chuva forte”, explica o secretário de Obras, Renato Caobianco.
Além da água que corre pela tubulação antiga, ainda ativa, o excesso de chuvas também deixa o solo instável e sujeito a erosão, caso haja rompimento das galerias. Da mesma forma, o concreto utilizado na construção das caixas de ligação da rede exige cinco dias de secagem e cura.
“Desde o início do período de chuvas, não tivemos uma semana inteira de sol. Para a obra avançar, é necessário a construção da 'caixaria', o enchimento e secagem do concreto, para só então conectar os tubos e redirecionar o fluxo de águas pluviais”, explicou o secretário.
O prefeito Fernando Scanavaca manifestou sensibilidade com comerciantes e moradores de áreas impactadas, lamentou o atraso pelos imprevistos climáticos e assegurou que, assim que o tempo firmar, o trabalho será agilizado. “Precisamos da paciência. Esta obra é fundamental para resolver o problema do alagamento na região central, que ficou evidente mais uma vez durante as chuvas recentes. Mas uma obra dessa dimensão depende do bom tempo”, afirmou.
Segundo o prefeito, o trecho inicial é um dos mais desafiadores, pois envolve a implantação dos tubos de maior diâmetro e a construção de várias caixas para os ajustes do traçado. “Assim que avançarmos esta etapa, e o tempo permitir, a obra avançará mais rapidamente nos outros trechos”, previu. “Agora é necessário um pouco de paciência, mas estamos atentos e buscando agilizar o andamento”, completou.