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Falta vacinarmos 1.250 crianças a pólio, diz secretário de Saúde

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28 de set de 2022 Saúde
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Falta vacinarmos 1.250 crianças a pólio, diz secretário de Saúde

Diversas ações de incentivo à vacinação estão sendo realizadas pelas equipes da Secretara Municipal de Saúde: carros de som alertam pais e responsáveis, profissionais do setor de imunizações visitam escolas – públicas e particulares –, feiras e vão até ao shopping, sempre com o objetivo de levar a dose de reforço da vacina contra a poliomielite a um número maior de crianças com idade entre 1 e 5 cinco anos incompletos.

O público-alvo dessa faixa etária em Umuarama é estimado em 5.607 crianças e até a manhã desta quarta-feira (28), 4.352 foram vacinadas, o que representa 77,62%. “Comparado com o índice de cobertura nacional, que chegou a 52%, e do Paraná, que está em pouco mais de 60%, Umuarama tem um bom índice de cobertura vacinal, porém nossa meta sempre foi chegar a no mínimo 95%, que é o recomendado pela Organização Mundial de Saúde – o que daria 5.325 crianças. Neste caso, falta vacinarmos ao menos mais mil até a próxima sexta-feira (30), quando se encerra a campanha nacional de imunização”, comenta o secretário municipal de Saúde, Herison Cleik da Silva Lima.

A coordenadora do setor de Imunizações, Lilia Simeire da Silva Hidalgo, vai além, afirmando que a equipe tinha a determinação de atingir 100% do público-alvo até o dia 9 de setembro, que era o primeiro prazo dado pelo Ministério da Saúde para encerramento da campanha nacional de vacinação contra a poliomielite. “Com a baixa procura por parte dos0 pais, o prazo foi dilatado. Então decidimos investir em novas ações de chamamento para mudar esse quadro. Estamos quase chegando a 80% e temos ainda esperança de que os responsáveis tomem consciência da importância de mantermos a paralisia infantil bem longe de nossas crianças. É apenas uma gotinha, que pode ser encontrada em todas as unidades de saúde de Umuarama”, observa.

Ela lembra ainda que todas as crianças que tenham de um ano a quatro anos, 11 meses e 29 dias, devem receber essa dose de reforço. “Muitos pais e mães acreditam que seus filhos estão com a carteirinha de vacinação em dia, completa, mas com o aparecimento da pólio em vários países mundo afora – inclusive tendo os EUA decretado situação de alerta –, tanto a OMS quanto a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) e o nosso Ministério da Saúde decidiram recomendar uma dose extra, para garantir a designação de ‘livres da poliomielite’ que temos desde 1991 na América Latina e no Brasil desde 1989”, pontua.