TUBERCULOSE

Palestra no anfiteatro da Prefeitura encerra ciclo de formação a profissionais

Data de publicação: 25/09/2026

médico fala ao público no auditório da prefeitura

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Enfermeiros e agentes comunitários de saúde (ACS) que atuam diretamente com a população, nas unidades básicas da Secretaria Municipal de Saúde, receberam uma capacitação sobre Educação Permanente em Tuberculose oferecida pelo Ambulatório de Infectologia do município, na tarde desta sexta-feira, 25, no anfiteatro da Prefeitura de Umuarama.

A explanação, feita pelo médico clínico geral Celso José Gomes, encerrou um ciclo de três momentos de formação, realizados nas últimas sextas-feiras, para qualificar médicos e equipes das UBS sobre a tuberculose – doença infecciosa importante na saúde pública de Umuarama. No ano passado, foram confirmados 30 novos casos da doença na cidade e em 2026 já são 41 pacientes diagnosticados.

De acordo com o médico Celso Gomes, conhecer os sintomas e formas de transmissão é fundamental para prevenir novos casos. “A doença tem origem bacteriana e normalmente atinge os pulmões, mas pode acometer também outros órgãos. A transmissão ocorre pelo ar, quando uma pessoa infectada fala, tosse ou espirra”, reforçou.

Os principais sintomas são tosse por três semanas ou mais, febre, suor noturno, cansaço e perda de peso são sinais de alerta. Ao notar esses sintomas, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação ou ir direto ao Ambulatório de Infectologia. “O diagnóstico precoce permite iniciar rapidamente o tratamento e reduzir a transmissão”, recomendou.

A coordenadora do ambulatório, Maria de Lourdes Gianini, destacou que a tuberculose tem cura quando o tratamento é realizado corretamente. Ela explicou que manter ambientes ventilados e evitar a exposição prolongada a pessoas infectadas ajuda na prevenção. “Por isso, informação, diagnóstico precoce e tratamento adequado são fundamentais”, disse.

De janeiro a agosto deste ano foram registrados 41 novos casos da doença no município. “O alto número reforça a importância de conhecer os sintomas, buscar o diagnóstico e realizar corretamente o tratamento, para interromper a cadeia de transmissão”, completou o clínico geral Celso Gomes.

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