QUALIDADE DE VIDA
Secretaria de Saúde implantará estratificação da saúde do idoso em Umuarama
Data de publicação: 25/06/2026
Os agentes comunitários de saúde (ACS) estão recebendo treinamento para implementarem em Umuarama a estratificação da saúde do idoso, um processo da Atenção Primária em Saúde (APS) focado em identificar o risco clínico funcional das pessoas idosas. Para isso, a Secretaria Municipal de Saúde realizou na última terça-feira, 23, um treinamento técnico para os agentes com a presença da secretária Lisbeth Scanavaca, que reforçou as orientações. Em vez de focar apenas no número de doenças, esse processo avalia a capacidade dos órgãos e sistemas do corpo de aumentar sua atividade além do nível de repouso, sob estresse ou agressão. “Essa capacidade garante a estabilidade interna do organismo diante de infecções, traumas ou esforços físicos e diminui naturalmente com o envelhecimento”, explicou a secretária. A estratificação será realizada pelo ACS direto no domicílio do idoso acompanhado, com continuidade na organização dos serviços da unidade de saúde conforme as avaliações realizadas. Conforme a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), pessoas com boa reserva suportam doenças agudas sem maiores impactos. A queda desse indicador explica por que uma infecção simples pode ser grave ou causar internações prolongadas em idosos frágeis. “A avaliação de risco permite lidar e mensurar as condições de saúde dos idosos. A Avaliação Multidimensional do Idoso do SUS, por exemplo, ajuda também a traçar estratégias de prevenção e manutenção da independência, assegurando mais saúde e qualidade de vida”, completou a secretária Lisbeth Scanavaca.
Os agentes comunitários de saúde (ACS) estão recebendo treinamento para implementarem em Umuarama a estratificação da saúde do idoso, um processo da Atenção Primária em Saúde (APS) focado em identificar o risco clínico funcional das pessoas idosas. Para isso, a Secretaria Municipal de Saúde realizou na última terça-feira, 23, um treinamento técnico para os agentes com a presença da secretária Lisbeth Scanavaca, que reforçou as orientações.
Em vez de focar apenas no número de doenças, esse processo avalia a capacidade dos órgãos e sistemas do corpo de aumentar sua atividade além do nível de repouso, sob estresse ou agressão. “Essa capacidade garante a estabilidade interna do organismo diante de infecções, traumas ou esforços físicos e diminui naturalmente com o envelhecimento”, explicou a secretária.
A estratificação será realizada pelo ACS direto no domicílio do idoso acompanhado, com continuidade na organização dos serviços da unidade de saúde conforme as avaliações realizadas.
Conforme a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), pessoas com boa reserva suportam doenças agudas sem maiores impactos. A queda desse indicador explica por que uma infecção simples pode ser grave ou causar internações prolongadas em idosos frágeis.
“A avaliação de risco permite lidar e mensurar as condições de saúde dos idosos. A Avaliação Multidimensional do Idoso do SUS, por exemplo, ajuda também a traçar estratégias de prevenção e manutenção da independência, assegurando mais saúde e qualidade de vida”, completou a secretária Lisbeth Scanavaca.
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