ASSISTÊNCIA SOCIAL
Palestra sobre violência contra a mulher lota o anfiteatro da Prefeitura
Data de publicação: 17/04/2026
O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) promoveu, na tarde desta quinta-feira (16), em parceria com o Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram), a organização Me Too Brasil e a Secretaria Municipal de Assistência Social, a palestra “Violência Doméstica contra a Mulher: perspectivas e constatações”. O anfiteatro da Prefeitura de Umuarama ficou pequeno diante do grande público participante. A maioria dos presentes era composta por agentes comunitários de saúde, profissionais da assistência social e representantes das forças de segurança do município. A atividade contou com a participação de profissionais com reconhecida atuação na temática, promovendo importantes reflexões sobre o enfrentamento à violência contra a mulher, além de contribuir para a conscientização da comunidade e o fortalecimento das políticas públicas no município. A presidente do CMDM, Marcia Cristina de Souza, que também coordena o Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram), disse que o tema é relevante e sensível, exigindo a compreensão da sociedade e a implementação de ações efetivas para a redução dos casos de violência. “As vítimas estão próximas de nós, são mulheres como nós, em todas as classes sociais. Por isso, precisamos estar atentos e agir em sua defesa”, destacou. Para a secretária municipal de Assistência Social, Maria Luisa Bertoco, a questão vai além da análise técnica ou estatística. “Trata-se de um problema de natureza humana, social e estrutural, que demanda a colaboração de todos: poder público, instituições e sociedade civil. Uma postura ativa, vigilante e comprometida é essencial”, pontuou. Por isso, segundo ela, eventos como este são fundamentais, pois ampliam o conhecimento, fortalecem as redes de apoio e, sobretudo, transformam a indignação em ação. Em nome do prefeito Fernando Scanavaca, a secretária destacou a importância do momento de aprendizado e troca. “Que este encontro sensibilize a todos para compreender as diversas manifestações da violência e reconhecer sua presença no cotidiano. Precisamos nos unir para combatê-la, especialmente no âmbito das políticas para mulheres, da assistência social e da segurança pública”, completou Maria Luisa. As palestras foram ministradas pela major Márcia Bobko Bilibio, instrutora nas áreas de violência doméstica e combate ao assédio na Polícia Militar do Paraná, integrante da Câmara Técnica Maria da Penha, e pela advogada Marina Ganzarolli, especialista em diversidade e inclusão, com 18 anos de atuação no apoio a mulheres e pessoas LGBTQIA+ vítimas de violência.
O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) promoveu, na tarde desta quinta-feira (16), em parceria com o Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram), a organização Me Too Brasil e a Secretaria Municipal de Assistência Social, a palestra “Violência Doméstica contra a Mulher: perspectivas e constatações”.
O anfiteatro da Prefeitura de Umuarama ficou pequeno diante do grande público participante. A maioria dos presentes era composta por agentes comunitários de saúde, profissionais da assistência social e representantes das forças de segurança do município.
A atividade contou com a participação de profissionais com reconhecida atuação na temática, promovendo importantes reflexões sobre o enfrentamento à violência contra a mulher, além de contribuir para a conscientização da comunidade e o fortalecimento das políticas públicas no município.
A presidente do CMDM, Marcia Cristina de Souza, que também coordena o Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram), disse que o tema é relevante e sensível, exigindo a compreensão da sociedade e a implementação de ações efetivas para a redução dos casos de violência. “As vítimas estão próximas de nós, são mulheres como nós, em todas as classes sociais. Por isso, precisamos estar atentos e agir em sua defesa”, destacou.
Para a secretária municipal de Assistência Social, Maria Luisa Bertoco, a questão vai além da análise técnica ou estatística. “Trata-se de um problema de natureza humana, social e estrutural, que demanda a colaboração de todos: poder público, instituições e sociedade civil. Uma postura ativa, vigilante e comprometida é essencial”, pontuou.
Por isso, segundo ela, eventos como este são fundamentais, pois ampliam o conhecimento, fortalecem as redes de apoio e, sobretudo, transformam a indignação em ação. Em nome do prefeito Fernando Scanavaca, a secretária destacou a importância do momento de aprendizado e troca.
“Que este encontro sensibilize a todos para compreender as diversas manifestações da violência e reconhecer sua presença no cotidiano. Precisamos nos unir para combatê-la, especialmente no âmbito das políticas para mulheres, da assistência social e da segurança pública”, completou Maria Luisa.
As palestras foram ministradas pela major Márcia Bobko Bilibio, instrutora nas áreas de violência doméstica e combate ao assédio na Polícia Militar do Paraná, integrante da Câmara Técnica Maria da Penha, e pela advogada Marina Ganzarolli, especialista em diversidade e inclusão, com 18 anos de atuação no apoio a mulheres e pessoas LGBTQIA+ vítimas de violência.
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