Assistência Social
Programa de Erradicação do Trabalho Infantil já escolheu seu mascote
Data de publicação: 27/05/2022
O PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) em Umuarama lançou concurso para escolher o mascote que vai representar o programa na cidade. A comissão organizadora se reuniu na manhã desta quinta-feira (26) e o vencedor já foi escolhido. O resultado será oficialmente comunicado em ação especial que será realizada no Ginásio de Esportes Amário Vieira da Costa, em data ainda não definida. De acordo com Sandra Prates, chefe de divisão da Proteção Especial, conta que a comissão julgadora foi composta por ela, pelo presidente do Conselho Municipal dos Direito da Criança e do Adolescente (CMDCA), Ivo Galdino da Silva, a coordenadora técnica-pedagógica de documentação escolar, Viviane Aparecida Cameloti da Silva, a coordenadora do curso de Marketing e Pedagogia da Unialfa, Lais Bueno Tonin, a educadora social do PETI, Roselene de Sousa, e a coordenadora do PETI, Daniele Ferreira da Maia. Ela conta que foi muito difícil tomar a decisão da escolha do vencedor. “A qualidade e a criatividade dos trabalhos foram realmente impressionantes. Todos os jurados ficaram positivamente surpresos com as propostas apresentadas pelos alunos das instituições atendidas pelo PETI: conseguimos identificar a empolgação, a dedicação e principalmente a criatividade e o talento de todos”, afirma. Participaram 631 alunos da Aram (Guarda Mirim), Bem Viver, Colorindo o Futuro, Casa da Paz, Assebe e Associação Vida e Solidariedade. “Com certeza o projeto vai movimentar e dar muita visibilidade a esse programa tão importante que trata do trabalho infantil. Foram criados pelo menos 96 mascotes diferentes entre animais, objetos e criação própria, sem contar os que se repetiram”, relata. Daniele Ferreira da Maia, coordenadora do PETI, conta que o quesito ‘justificativa’ teve o peso maior na escolha do mascote, critério indicado nas regras do concurso. “Apesar disso seria possível realizar uma exposição com os desenhos maravilhosos que recebemos. As crianças e adolescentes capricharam demais e entre tantos debates, opiniões e argumentos conseguimos chegar em um consenso e escolher o trabalho vencedor”, resume. O mascote, segundo ela, será a identidade e a representação do PETI. “Ele deverá contribuir para a divulgação e dar maior visibilidade ao programa, estabelecendo uma relação de cumplicidade com as crianças, adolescentes e a comunidade em geral, expandindo o alcance do PETI, que sempre frisa que ‘lugar de criança é na escola e não trabalhando’”, aponta, acrescentando que a criança (ou adolescente) vencedor ganha um tablet e a entidade em que esse aluno frequenta vai ser contemplada com uma Smart TV de 42 polegadas.
O PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) em Umuarama lançou concurso para escolher o mascote que vai representar o programa na cidade. A comissão organizadora se reuniu na manhã desta quinta-feira (26) e o vencedor já foi escolhido. O resultado será oficialmente comunicado em ação especial que será realizada no Ginásio de Esportes Amário Vieira da Costa, em data ainda não definida.
De acordo com Sandra Prates, chefe de divisão da Proteção Especial, conta que a comissão julgadora foi composta por ela, pelo presidente do Conselho Municipal dos Direito da Criança e do Adolescente (CMDCA), Ivo Galdino da Silva, a coordenadora técnica-pedagógica de documentação escolar, Viviane Aparecida Cameloti da Silva, a coordenadora do curso de Marketing e Pedagogia da Unialfa, Lais Bueno Tonin, a educadora social do PETI, Roselene de Sousa, e a coordenadora do PETI, Daniele Ferreira da Maia.
Ela conta que foi muito difícil tomar a decisão da escolha do vencedor. “A qualidade e a criatividade dos trabalhos foram realmente impressionantes. Todos os jurados ficaram positivamente surpresos com as propostas apresentadas pelos alunos das instituições atendidas pelo PETI: conseguimos identificar a empolgação, a dedicação e principalmente a criatividade e o talento de todos”, afirma.
Participaram 631 alunos da Aram (Guarda Mirim), Bem Viver, Colorindo o Futuro, Casa da Paz, Assebe e Associação Vida e Solidariedade. “Com certeza o projeto vai movimentar e dar muita visibilidade a esse programa tão importante que trata do trabalho infantil. Foram criados pelo menos 96 mascotes diferentes entre animais, objetos e criação própria, sem contar os que se repetiram”, relata.
Daniele Ferreira da Maia, coordenadora do PETI, conta que o quesito ‘justificativa’ teve o peso maior na escolha do mascote, critério indicado nas regras do concurso. “Apesar disso seria possível realizar uma exposição com os desenhos maravilhosos que recebemos. As crianças e adolescentes capricharam demais e entre tantos debates, opiniões e argumentos conseguimos chegar em um consenso e escolher o trabalho vencedor”, resume.
O mascote, segundo ela, será a identidade e a representação do PETI. “Ele deverá contribuir para a divulgação e dar maior visibilidade ao programa, estabelecendo uma relação de cumplicidade com as crianças, adolescentes e a comunidade em geral, expandindo o alcance do PETI, que sempre frisa que ‘lugar de criança é na escola e não trabalhando’”, aponta, acrescentando que a criança (ou adolescente) vencedor ganha um tablet e a entidade em que esse aluno frequenta vai ser contemplada com uma Smart TV de 42 polegadas.
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