Diversos
Ações concretas viabilizam APL moveleiro
Data de publicação: 04/12/2010
A efetivação do Arranjo Produtivo Local (APL) do setor moveleiro está se tornando realidade. Na semana passada, empresários do segundo pólo do Estado travaram contato com as diversas linhas de crédito disponibilizadas pelo Banco do Brasil. Na sede do Sebrae, o gerente geral do BB, Sérgio Vercezi, apresentou um variado leque de opções para o segmento. O expert Léo Mathias Miloca, da Faculdade Assis Gurgacz (FAG), foi contratado para prestar consultoria técnica.Os recentes avanços são frutos da parceria entre a Prefeitura de Umuarama - via Secretária de Indústria e Comércio, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), FIEP, Instituto Federal do Paraná (IFPR), Banco do Brasil e Sindicato das Indústrias Moveleiras (SIMUR). Anteriormente, foram viabilizados os cursos de formação inicial e continuada em ‘Fundamentos da Marcenaria' e ‘Fundamentos da Indústria de Estofados'. O conteúdo possibilita o ingresso na indústria moveleira e também serve como aperfeiçoamento técnico para quem já atuou na área."O Arranjo Produtivo Local está sendo estruturado de forma consistente, com muita organização e critério", avalia o secretário Milton Queiroz (Indústria e Comércio). A diretoria transitória é presidida por Vanderlei Xavier (Umaflex), tendo como vice David Bicaio (Hellen) e Léo Mathias Miloca como secretário. A iniciativa visa ampliar a representatividade de mais de 40 empresas, responsáveis pela geração de 2500 empregos diretos.A ideia gira em torno da formação de um centro de excelência, explorando as possibilidades de um pólo regional reconhecido, fortalecendo a classe. Recentemente, a discussão ganhou força e novidades começaram a surgir. Diversas reuniões foram realizadas e o saldo é considerado promissor. Além de encabeçar as ações, a Prefeitura vem atuando em outras frentes, viabilizando a expansão da atividade. Além de focar a doação e regularização das áreas industriais (mais de 40 mil m²), incentiva o plantio de eucaliptos através do programa Floresta Viva. Segundo a Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Turismo, mais de 300 mil mudas foram distribuídas em um ano. Com a disparada internacional do preço da celulose, os grandes fornecedores de matéria-prima, localizados principalmente na região centro-sul do Estado, já avisaram que o fornecimento será reduzido drasticamente nos próximos anos. "Centros moveleiros como Umuarama não podem perdem o assunto de vista, sendo necessário ampliar consideravelmente as áreas de eucalipto. O APL está atento ", explica o chefe da Divisão de Formação de Mão de Obra da Secretaria Municipal de Indústria e Comércio, Benedito Moreno dos Santos, o ‘Tuca'.Otimismo"Estamos otimistas, a começar pela afinidade que todos os envolvidos no processo estão demonstrando", avalia o vice-presidente do Sindicato Moveleiro de Umuarama (SIMUR), Davi Bicaio. Cursos específicos possibilitam aprimorar a qualidade do produto umuaramense, levando em conta as necessidades da indústria para os mercados interno e externo, ambos com padrões cada vez mais exigentes. "A região finalmente formará mais profissionais, tais como tapeceiros, marceneiros e chefes de produção. A demanda é crescente", diz, citando como exemplo a própria empresa, que sente constantemente a necessidade de ampliar o quadro de funcionários. Em poucos anos, o número de postos de trabalho deve saltar de 220 para aproximadamente 500.Representantes da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) constataram a viabilidade do APL umuaramense já em 2007, mas o tema ficou ‘adormecido' até recentemente. Com a formalização, será possível montar a Feira da Indústria Moveleira de Umuarama, antigo sonho dos empresários locais. O evento será a ‘vitrine' do setor para o Brasil e outros países.
Os recentes avanços são frutos da parceria entre a Prefeitura de Umuarama - via Secretária de Indústria e Comércio, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), FIEP, Instituto Federal do Paraná (IFPR), Banco do Brasil e Sindicato das Indústrias Moveleiras (SIMUR). Anteriormente, foram viabilizados os cursos de formação inicial e continuada em ‘Fundamentos da Marcenaria' e ‘Fundamentos da Indústria de Estofados'. O conteúdo possibilita o ingresso na indústria moveleira e também serve como aperfeiçoamento técnico para quem já atuou na área.
"O Arranjo Produtivo Local está sendo estruturado de forma consistente, com muita organização e critério", avalia o secretário Milton Queiroz (Indústria e Comércio). A diretoria transitória é presidida por Vanderlei Xavier (Umaflex), tendo como vice David Bicaio (Hellen) e Léo Mathias Miloca como secretário. A iniciativa visa ampliar a representatividade de mais de 40 empresas, responsáveis pela geração de 2500 empregos diretos.
A ideia gira em torno da formação de um centro de excelência, explorando as possibilidades de um pólo regional reconhecido, fortalecendo a classe. Recentemente, a discussão ganhou força e novidades começaram a surgir. Diversas reuniões foram realizadas e o saldo é considerado promissor. Além de encabeçar as ações, a Prefeitura vem atuando em outras frentes, viabilizando a expansão da atividade. Além de focar a doação e regularização das áreas industriais (mais de 40 mil m²), incentiva o plantio de eucaliptos através do programa Floresta Viva. Segundo a Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Turismo, mais de 300 mil mudas foram distribuídas em um ano. Com a disparada internacional do preço da celulose, os grandes fornecedores de matéria-prima, localizados principalmente na região centro-sul do Estado, já avisaram que o fornecimento será reduzido drasticamente nos próximos anos. "Centros moveleiros como Umuarama não podem perdem o assunto de vista, sendo necessário ampliar consideravelmente as áreas de eucalipto. O APL está atento ", explica o chefe da Divisão de Formação de Mão de Obra da Secretaria Municipal de Indústria e Comércio, Benedito Moreno dos Santos, o ‘Tuca'.
Otimismo
"Estamos otimistas, a começar pela afinidade que todos os envolvidos no processo estão demonstrando", avalia o vice-presidente do Sindicato Moveleiro de Umuarama (SIMUR), Davi Bicaio. Cursos específicos possibilitam aprimorar a qualidade do produto umuaramense, levando em conta as necessidades da indústria para os mercados interno e externo, ambos com padrões cada vez mais exigentes. "A região finalmente formará mais profissionais, tais como tapeceiros, marceneiros e chefes de produção. A demanda é crescente", diz, citando como exemplo a própria empresa, que sente constantemente a necessidade de ampliar o quadro de funcionários. Em poucos anos, o número de postos de trabalho deve saltar de 220 para aproximadamente 500.
Representantes da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) constataram a viabilidade do APL umuaramense já em 2007, mas o tema ficou ‘adormecido' até recentemente. Com a formalização, será possível montar a Feira da Indústria Moveleira de Umuarama, antigo sonho dos empresários locais. O evento será a ‘vitrine' do setor para o Brasil e outros países.