Diversos
Prefeitura propõe 8% de aumento aos funcionários; sindicato recusa
Data de publicação: 11/05/2011
A Prefeitura de Umuarama propôs aumento de 8% no salário de seus mais de 2 mil funcionários, já que o reajuste anual é concedido no mês de maio. O sindicato dos servidores municipais informou que não concorda com o reajuste e anunciou que vai realizar uma paralisação na manhã desta quarta-feira, como protesto. Conforme esclarecimento do secretário da Administração, Armando Cordts Filho, com o reajuste de 8%, os gastos da folha de pagamento da Prefeitura se aproximam muito do chamado limite prudencial estabelecido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). "A nossa folha, que gira em torno de R$ 3,5 milhões, com esse reajuste, vai atingir a 48,6% da arrecadação municipal", informa o secretário.O sindicato, numa primeira proposta, pedia aumento de 10%, fora a inflação registrada pelo IPCA, de 6,51%. Posteriormente, fez um novo pedido, concordando com os 8% propostos pela Prefeitura mais R$ 100 de abono neste ano. Reformulou a proposta, também aceitando os 8% oferecidos pela administração, mas garantindo em lei um reajuste de 6% além da inflação, em 2012. "Não há como concordar com essa reivindicação", garante Cordts Filho.No primeiro ano da sua gestão, em 2009, o prefeito Moacir Silva concedeu um reajuste de 7%, com 1,47% acima da inflação, que foi de 5,53%. No ano passado, além do reajuste de 5,26 %, que foi o índice inflacionário do período, a Prefeitura concedeu um abono de R$ 50, que foi incorporado ao salário, o que deu um ganho real de 3,5 %. O aumento de 8% proposto este ano representa um ganho real de 1,49%, já que a inflação foi de 6,51%. O sindicato, que tem 1460 servidores inscritos, realizou duas assembleias - com cerca de 10% desse total.
A Prefeitura de Umuarama propôs aumento de 8% no salário de seus mais de 2 mil funcionários, já que o reajuste anual é concedido no mês de maio. O sindicato dos servidores municipais informou que não concorda com o reajuste e anunciou que vai realizar uma paralisação na manhã desta quarta-feira, como protesto. Conforme esclarecimento do secretário da Administração, Armando Cordts Filho, com o reajuste de 8%, os gastos da folha de pagamento da Prefeitura se aproximam muito do chamado limite prudencial estabelecido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). "A nossa folha, que gira em torno de R$ 3,5 milhões, com esse reajuste, vai atingir a 48,6% da arrecadação municipal", informa o secretário.
O sindicato, numa primeira proposta, pedia aumento de 10%, fora a inflação registrada pelo IPCA, de 6,51%. Posteriormente, fez um novo pedido, concordando com os 8% propostos pela Prefeitura mais R$ 100 de abono neste ano. Reformulou a proposta, também aceitando os 8% oferecidos pela administração, mas garantindo em lei um reajuste de 6% além da inflação, em 2012. "Não há como concordar com essa reivindicação", garante Cordts Filho.
No primeiro ano da sua gestão, em 2009, o prefeito Moacir Silva concedeu um reajuste de 7%, com 1,47% acima da inflação, que foi de 5,53%. No ano passado, além do reajuste de 5,26 %, que foi o índice inflacionário do período, a Prefeitura concedeu um abono de R$ 50, que foi incorporado ao salário, o que deu um ganho real de 3,5 %. O aumento de 8% proposto este ano representa um ganho real de 1,49%, já que a inflação foi de 6,51%. O sindicato, que tem 1460 servidores inscritos, realizou duas assembleias - com cerca de 10% desse total.