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Segunda leva de empresas a aderir deve gerar 300 postos de trabalho

Data de publicação: 26/11/2010

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A Prefeitura concluiu com êxito a licitação correspondente à segunda etapa do processo de concessão de uso dos espaços (boxes) delimitados nos 14.453,30 metros quadrados que abrigam as instalações do antigo Instituto Brasileiro do Café (IBC). Quatro novas empresas do ramo de confecções foram habilitadas na manhã de ontem (25). Elas devem oferecer, após a operacionalização, aproximadamente 300 postos de trabalho.
A Secretaria de Indústria e Comércio lançará, ainda na primeira quinzena de dezembro, novo edital de licitação. Restam apenas 2 mil m² para serem ocupados. O foco continua sendo a atração de empresas de confecção, facções, fabricantes de artigos para viagem (como bolsas) e artefatos diversos (em tecido, couro ou material sintético), calçados e bonés. "Somando aos contratos celebrados em outubro, chegamos a dez empresas e a perspectiva de geração, até o momento, de mais de 400 empregos diretos", explica o secretário Milton Queiroz.
As adequações estruturais necessárias serão iniciadas no primeiro bimestre do próximo ano. Antes, o Executivo Municipal auxiliará no processo de organização das empresas. "Poderá ser um condomínio, por exemplo", salienta Queiroz. Assim, as empresas terão condições de efetivar os empreendimentos no primeiro semestre.

Formatação
O prazo da cessão será de cinco anos, prorrogáveis por iguais e sucessivos períodos, até o vencimento do contrato celebrado entre o município e a União. Para efeito de contemplação, são formados três grupos de concorrentes, em conformidade com as áreas disponíveis: 637,24m², 422,44m² e 316,84m². O novo edital estará disponível em breve no site oficial do município (www.umuarama.com.br).


Relevância - A área volta a ter importância na economia local, levando em conta que o objetivo da administração municipal é incentivar o desenvolvimento de setores empresariais. O documento assinado é um Termo de Cessão Onerosa, com carência de 36 meses. Após o prazo, o município terá que pagar uma espécie de aluguel à União, cujo valor mensal está estabelecido em R$ 13,2 mil. "Retomar aquela área, que por muito tempo ficou totalmente inutilizada, sem beneficiar nada nem ninguém, significa contribuir efetivamente para o progresso de Umuarama", avalia o prefeito Moacir Silva.

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