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Chuva de 35 mm causou transtornos e prejuízos na última quarta-feira
Data de publicação: 30/04/2026
Conforme a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, choveu 35.03 mm entre quarta, 29, e a manhã desta quinta-feira, 30, em Umuarama. Porém, 34.83 mm desse volume caíram em um curto período no fim da tarde e noite de quarta, causando transtornos à população e prejuízos ao município. A Secretaria de Obras registrou alguns alagamentos – inevitáveis durante chuvas torrenciais –, especialmente na Zona 2, na região central e em locais onde as galerias não deram conta de escoar rapidamente a água das chuvas. “Temos loteamentos de gestões anteriores com tubulações de dimensão reduzida que não suportam volumes mais expressivos”, explicou o secretário de Obras, Renato Caobianco. Com o crescimento da cidade e a impermeabilização do solo, aumentou bastante o volume de águas superficiais nos dias de chuva forte, superando a capacidade de escoamento das redes. A Prefeitura mantém a limpeza dos bueiros e manutenção das galerias para minimizar ocorrências e investe na ampliação da capacidade, porém são obras que demandam planejamento de longo prazo e muitos recursos. “Alguns loteamentos tiveram as galerias interligadas na mesma rede, caso dos jardins Irene, Sakai, Caravelle e Araxá, em gestões passadas. Hoje a Prefeitura reforça a manutenção das bocas de lobo e galerias nesses locais, enquanto trabalhamos para melhorar a capacidade de escoamento da rede coletora”, acrescentou o secretário. Na rua Valdomiro Frederico, proximidades do Hospital Uopeccan, a equipe da secretaria auxiliou a Defesa Civil na limpeza de um quiosque atingido pela lama que desceu do terreno vizinho. Os proprietários foram surpreendidos pela enxurrada que chegou pelos fundos. Foi realizada a limpeza e implantada uma curva de nível no imóvel próximo, objetivando a proteção do local. A Defesa Civil acionará o proprietário do terreno para que tome medidas. O Lago Aratimbó recebeu um grande volume de resíduos, provenientes das galerias pluviais. Uma equipe trabalha na limpeza, que deve levar alguns dias. Também houve alagamento momentâneo no Estádio Lúcio Pipino. Na rua Santa Isabel, a vazão das bocas de lobo diminui quando as chuvas elevam o nível do córrego onde a rede deságua. O rio sobe e ‘afoga’ a tubulação. “Estamos estudando uma solução para este problema, decorrente do refluxo que bloqueia a rede, provocando alagamento”, explicou o secretário. PRIORIDADE Preocupado com os alagamentos, problema que a cidade enfrenta há décadas, o prefeito Fernando Scanavaca determinou a elaboração de estudos e projetos visando soluções. No entanto, as obras demandam recursos vultuosos e muito planejamento. “Só a ampliação da rede do Estádio Lúcio Pipino até o Bosque dos Xetá (Zona 1), em fase de licitação, tem valor estimado em R$ 16,5 milhões. Reafirmamos o compromisso de buscar soluções para este grave problema, herdado de administrações anteriores, mas é preciso um pouco de paciência”, afirmou. A Defesa Civil também atendeu a Agência do Trabalhador, na avenida Rio Branco, onde foram entregues lonas para proteger computadores e equipamentos atingidos por infiltrações – possivelmente devido a calhas entupidas.
Conforme a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, choveu 35.03 mm entre quarta, 29, e a manhã desta quinta-feira, 30, em Umuarama. Porém, 34.83 mm desse volume caíram em um curto período no fim da tarde e noite de quarta, causando transtornos à população e prejuízos ao município.
A Secretaria de Obras registrou alguns alagamentos – inevitáveis durante chuvas torrenciais –, especialmente na Zona 2, na região central e em locais onde as galerias não deram conta de escoar rapidamente a água das chuvas. “Temos loteamentos de gestões anteriores com tubulações de dimensão reduzida que não suportam volumes mais expressivos”, explicou o secretário de Obras, Renato Caobianco.
Com o crescimento da cidade e a impermeabilização do solo, aumentou bastante o volume de águas superficiais nos dias de chuva forte, superando a capacidade de escoamento das redes. A Prefeitura mantém a limpeza dos bueiros e manutenção das galerias para minimizar ocorrências e investe na ampliação da capacidade, porém são obras que demandam planejamento de longo prazo e muitos recursos.
“Alguns loteamentos tiveram as galerias interligadas na mesma rede, caso dos jardins Irene, Sakai, Caravelle e Araxá, em gestões passadas. Hoje a Prefeitura reforça a manutenção das bocas de lobo e galerias nesses locais, enquanto trabalhamos para melhorar a capacidade de escoamento da rede coletora”, acrescentou o secretário.
Na rua Valdomiro Frederico, proximidades do Hospital Uopeccan, a equipe da secretaria auxiliou a Defesa Civil na limpeza de um quiosque atingido pela lama que desceu do terreno vizinho. Os proprietários foram surpreendidos pela enxurrada que chegou pelos fundos. Foi realizada a limpeza e implantada uma curva de nível no imóvel próximo, objetivando a proteção do local. A Defesa Civil acionará o proprietário do terreno para que tome medidas.
O Lago Aratimbó recebeu um grande volume de resíduos, provenientes das galerias pluviais. Uma equipe trabalha na limpeza, que deve levar alguns dias. Também houve alagamento momentâneo no Estádio Lúcio Pipino.
Na rua Santa Isabel, a vazão das bocas de lobo diminui quando as chuvas elevam o nível do córrego onde a rede deságua. O rio sobe e ‘afoga’ a tubulação. “Estamos estudando uma solução para este problema, decorrente do refluxo que bloqueia a rede, provocando alagamento”, explicou o secretário.
PRIORIDADE
Preocupado com os alagamentos, problema que a cidade enfrenta há décadas, o prefeito Fernando Scanavaca determinou a elaboração de estudos e projetos visando soluções. No entanto, as obras demandam recursos vultuosos e muito planejamento.
“Só a ampliação da rede do Estádio Lúcio Pipino até o Bosque dos Xetá (Zona 1), em fase de licitação, tem valor estimado em R$ 16,5 milhões. Reafirmamos o compromisso de buscar soluções para este grave problema, herdado de administrações anteriores, mas é preciso um pouco de paciência”, afirmou.
A Defesa Civil também atendeu a Agência do Trabalhador, na avenida Rio Branco, onde foram entregues lonas para proteger computadores e equipamentos atingidos por infiltrações – possivelmente devido a calhas entupidas.
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