Obras, Planejamento Urbano e Projetos Técnicos
Município quer concluir posto de saúde e ampliação da creche do Sonho Meu
Data de publicação: 05/03/2018
O prefeito Celso Pozzobom recebeu uma equipe da Caixa Econômica Federal, liderada pelo gerente regional Jair Bertoco, de Maringá, para discutir a conclusão da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Conjunto Habitacional Sonho Meu. A obra está parada desde o final do ano passado, mesma situação da ampliação da creche da Escola Municipal Cândido Portinari. Além de não atender aos pacientes – que precisam de deslocar às unidades de bairros próximos – o posto de saúde vem sendo utilizado para abrigo de suspeitos de crimes, tráfico e consumo de drogas, o que tem levado à depredação da estrutura construída. Já a falta de vagas nas creches é outro problema sério, que tem gerado muitas ações do Ministério Público contra o município, exigindo a matrícula de crianças que necessitam das vagas e estão na fila de espera. Bertoco estava acompanhado do gerente da agência local, Luciano H. Carvalho Júnior, de representantes das gerências executivas de Governo (GIGOV), arquiteto Marlon Souza da Silva, e de Habitação (GIHAB), Henrique Men Martins, e da gerente do Posto de Atendimento Bancário (PAB) da Prefeitura, Eliane Pastore Bosco. A reunião, nesta terça-feira, 27, teve ainda a participação do procurador jurídico do município, Heber Lepre Fregne, do chefe de Gabinete, Luiz Genésio Picoloto, do assessor Cícero Laurentino, do secretário municipal de Obras, Planejamento Urbano e Projetos Técnicos, Isamu Oshima, e dos diretores de Obras, Jefferson Oncken da Silveira, e de Projetos Técnicos, Andrei Felipe Gomes. As obras foram abandonadas pela construtora, que entrou em recuperação judicial, e o prefeito Celso Pozzobom sugeriu que o município assumisse a conclusão, para que as estruturas sejam entregues à população o quanto antes. Pelo serviço, o município receberia da Caixa o valor que ainda não foi liberado. “Essa é mais uma das obras inacabadas que herdamos no início do mandato. Estamos empenhados em resolver esses entraves e concluí-la para que possamos atender a população”, afirmou. O procurador Heber Fregne formalizará o pedido e a Caixa levará a proposta ao Ministério das Cidades. O passo seguinte é a licitação em caráter de emergência, para o mais rápido possível liberar o atendimento à população. Pozzobom lembrou que, apesar de o município querer concluir o posto de saúde e a ampliação da creche, estas obras não podem ser assumidas sem a autorização da Caixa. Caso a proposta seja aceita, resultará em um novo convênio e a Prefeitura poderá concluir essas obras tão importantes para a comunidade. “Queremos rapidez no desenrolar desse processo inclusive para que o prédio não seja mais depredado por usuários de drogas, que ali se alojam para o comércio e consumo de entorpecentes. A única forma de acabar com isso é colocar o posto de saúde e a creche para funcionar, com estrutura, médicos e demais servidores”, disse. Para esse convênio ser concretizado, a Caixa deverá romper o contrato de forma amigável com a construtora. O setor de engenharia estima que com cerca de 40 dias de trabalho o posto de saúde e a creche estejam concluídos e já possam ser equipados, para iniciar o atendimento à população. Hoje, os pacientes do Sonho Meu são atendidos nos postos de saúde do Parque Vitória Régia e no Conjunto Ouro Branco, que acabam sobrecarregados com o grande fluxo de usuários.
O prefeito Celso Pozzobom recebeu uma equipe da Caixa Econômica Federal, liderada pelo gerente regional Jair Bertoco, de Maringá, para discutir a conclusão da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Conjunto Habitacional Sonho Meu. A obra está parada desde o final do ano passado, mesma situação da ampliação da creche da Escola Municipal Cândido Portinari.
Além de não atender aos pacientes – que precisam de deslocar às unidades de bairros próximos – o posto de saúde vem sendo utilizado para abrigo de suspeitos de crimes, tráfico e consumo de drogas, o que tem levado à depredação da estrutura construída. Já a falta de vagas nas creches é outro problema sério, que tem gerado muitas ações do Ministério Público contra o município, exigindo a matrícula de crianças que necessitam das vagas e estão na fila de espera.
Bertoco estava acompanhado do gerente da agência local, Luciano H. Carvalho Júnior, de representantes das gerências executivas de Governo (GIGOV), arquiteto Marlon Souza da Silva, e de Habitação (GIHAB), Henrique Men Martins, e da gerente do Posto de Atendimento Bancário (PAB) da Prefeitura, Eliane Pastore Bosco. A reunião, nesta terça-feira, 27, teve ainda a participação do procurador jurídico do município, Heber Lepre Fregne, do chefe de Gabinete, Luiz Genésio Picoloto, do assessor Cícero Laurentino, do secretário municipal de Obras, Planejamento Urbano e Projetos Técnicos, Isamu Oshima, e dos diretores de Obras, Jefferson Oncken da Silveira, e de Projetos Técnicos, Andrei Felipe Gomes.
As obras foram abandonadas pela construtora, que entrou em recuperação judicial, e o prefeito Celso Pozzobom sugeriu que o município assumisse a conclusão, para que as estruturas sejam entregues à população o quanto antes. Pelo serviço, o município receberia da Caixa o valor que ainda não foi liberado. “Essa é mais uma das obras inacabadas que herdamos no início do mandato. Estamos empenhados em resolver esses entraves e concluí-la para que possamos atender a população”, afirmou.
O procurador Heber Fregne formalizará o pedido e a Caixa levará a proposta ao Ministério das Cidades. O passo seguinte é a licitação em caráter de emergência, para o mais rápido possível liberar o atendimento à população.
Pozzobom lembrou que, apesar de o município querer concluir o posto de saúde e a ampliação da creche, estas obras não podem ser assumidas sem a autorização da Caixa. Caso a proposta seja aceita, resultará em um novo convênio e a Prefeitura poderá concluir essas obras tão importantes para a comunidade. “Queremos rapidez no desenrolar desse processo inclusive para que o prédio não seja mais depredado por usuários de drogas, que ali se alojam para o comércio e consumo de entorpecentes. A única forma de acabar com isso é colocar o posto de saúde e a creche para funcionar, com estrutura, médicos e demais servidores”, disse.
Para esse convênio ser concretizado, a Caixa deverá romper o contrato de forma amigável com a construtora. O setor de engenharia estima que com cerca de 40 dias de trabalho o posto de saúde e a creche estejam concluídos e já possam ser equipados, para iniciar o atendimento à população. Hoje, os pacientes do Sonho Meu são atendidos nos postos de saúde do Parque Vitória Régia e no Conjunto Ouro Branco, que acabam sobrecarregados com o grande fluxo de usuários.