DIABETES
Saúde Municipal inicia transição da insulina NPH para glargina
Data de publicação: 11/03/2026
Tratamento com novo medicamento começa no município e deve beneficiar crianças, adolescentes e idosos acima de 80 anos Com cenário global de escassez de insulinas humanas (NPH) e o risco de desabastecimento da Rede SUS para atender pacientes com diabetes, o Ministério da Saúde iniciou a transição de tratamento com ampliação do uso de um medicamento mais moderno. A NPH dá lugar à insulina glargina inicialmente em quatro Estados do país (incluindo o Paraná), priorizando crianças, adolescentes e idosos acima de 80 anos. O novo medicamento tem aplicação única e uma ação mais prolongada. A iniciativa representa um avanço histórico para o cuidado de pessoas que vivem com Diabetes mellitus no país e amplia as opções terapêuticas na rede pública de saúde. O novo medicamento é mais moderno, de ação prolongada e facilita a rotina dos pacientes. Como o projeto-piloto inclui municípios paranaenses (além dos Estados do Amapá, Paraíba e Distrito Federal), a Secretaria de Saúde de Umuarama está orientando a população sobre a mudança de medicamento, especialmente crianças e adolescentes de até 17 anos, que vivem com diabetes tipo 1, e idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2. A glargina é uma insulina de ação prolongada – de até 24 horas – e aplicação única no dia. “Isso facilita a manutenção dos níveis de glicose do paciente”, explica o coordenador da Divisão Farmacêutica do município, Carlos Gabriel. Segundo ele, a transição será feita de forma gradual, a partir da avaliação de cada paciente. O tratamento com insulina glargina pode custar até R$ 250 para dois meses, na rede privada, mas os pacientes do SUS terão o medicamento gratuitamente. “O SUS garante assistência integral às pessoas com diabetes, desde o diagnóstico e monitoramento até o tratamento, conforme o quadro clínico de cada paciente. A Atenção Primária à Saúde é a porta de entrada”, acrescenta o farmacêutico. Abaixo ele detalha como será a mudança. MIGRAÇÃO NPH → GLARGINA Rede Municipal de Saúde – Umuarama O município já recebeu lote de Insulina Glargina para pacientes elegíveis. 🔎 Indicações prioritárias para substituição da Insulina NPH: ✔️ Hipoglicemias noturnas recorrentes ✔️ Hipoglicemias graves documentadas ✔️ DM1 com controle inadequado ✔️ DM2 insulinodependente com grande variabilidade glicêmica ✔️ Alto risco de hipoglicemia Evite trocar automaticamente, sem observar os critérios clínicos e a indicação médica. A implantação será gradual, conforme elegibilidade e controle de estoque. Em caso de dúvidas, a equipe da Assistência Farmacêutica está à disposição.
Tratamento com novo medicamento começa no município e deve beneficiar crianças, adolescentes e idosos acima de 80 anos
Com cenário global de escassez de insulinas humanas (NPH) e o risco de desabastecimento da Rede SUS para atender pacientes com diabetes, o Ministério da Saúde iniciou a transição de tratamento com ampliação do uso de um medicamento mais moderno. A NPH dá lugar à insulina glargina inicialmente em quatro Estados do país (incluindo o Paraná), priorizando crianças, adolescentes e idosos acima de 80 anos.
O novo medicamento tem aplicação única e uma ação mais prolongada. A iniciativa representa um avanço histórico para o cuidado de pessoas que vivem com Diabetes mellitus no país e amplia as opções terapêuticas na rede pública de saúde. O novo medicamento é mais moderno, de ação prolongada e facilita a rotina dos pacientes.
Como o projeto-piloto inclui municípios paranaenses (além dos Estados do Amapá, Paraíba e Distrito Federal), a Secretaria de Saúde de Umuarama está orientando a população sobre a mudança de medicamento, especialmente crianças e adolescentes de até 17 anos, que vivem com diabetes tipo 1, e idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2.
A glargina é uma insulina de ação prolongada – de até 24 horas – e aplicação única no dia. “Isso facilita a manutenção dos níveis de glicose do paciente”, explica o coordenador da Divisão Farmacêutica do município, Carlos Gabriel. Segundo ele, a transição será feita de forma gradual, a partir da avaliação de cada paciente.
O tratamento com insulina glargina pode custar até R$ 250 para dois meses, na rede privada, mas os pacientes do SUS terão o medicamento gratuitamente. “O SUS garante assistência integral às pessoas com diabetes, desde o diagnóstico e monitoramento até o tratamento, conforme o quadro clínico de cada paciente. A Atenção Primária à Saúde é a porta de entrada”, acrescenta o farmacêutico. Abaixo ele detalha como será a mudança.
MIGRAÇÃO NPH → GLARGINA
Rede Municipal de Saúde – Umuarama
O município já recebeu lote de Insulina Glargina para pacientes elegíveis.
🔎 Indicações prioritárias para substituição da Insulina NPH:
✔️ Hipoglicemias noturnas recorrentes
✔️ Hipoglicemias graves documentadas
✔️ DM1 com controle inadequado
✔️ DM2 insulinodependente com grande variabilidade glicêmica
✔️ Alto risco de hipoglicemia
Evite trocar automaticamente, sem observar os critérios clínicos e a indicação médica.
A implantação será gradual, conforme elegibilidade e controle de estoque. Em caso de dúvidas, a equipe da Assistência Farmacêutica está à disposição.