Diversos
Conferência municipal abordou 'autonomia das mulheres e erradicação da pobreza'
Data de publicação: 27/08/2011
Com o tema ‘Autonomia das Mulheres e Erradicação da Pobreza', foi realizada ontem, no Centro Cultural Schubert, a 2ª Conferência Municipal de Políticas para Mulheres. Participaram da solenidade de abertura a presidente do Conselho Estadual da Mulher, Terezinha Beraldo Pereira Ramos, a vereadora Maria José Roque Simões, o delegado Pedro Lucena, a representante do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Denise Regina de Souza e os secretários municipais Marcela Laino Verrilo (Assistência Social), André Bespalez (Gabinete) e Antonio Carlos Favaro (Agricultura)."Nós somos uma maioria tratada como minoria. Conferências como essa devem servir como espaços para reflexão", disse, citando como exemplo a representatividade política, que considera "insignificante". Segundo Terezinha Beraldo, levantamentos apontam que o Paraná é um dos Estados mais atrasados em relação às políticas direcionadas à mulher, sendo necessário avançar em vários aspectos. Uma das proposições seria pensar, até mesmo, na criação de uma Secretaria de Estado da Mulher, a partir de discussões envolvendo os diversos segmentos da sociedade organizada. "Ter voz e não ter vez não dá", enfatizou.A opinião é compartilhada pela vereadora Mara da Saúde, única mulher da atual legislatura. "É preciso sim aumentar a participação das mulheres na vida política. Não se trata de medir força com os homens", avaliou.Segundo a secretária de Assistência Social, Marcela Laino Verrilo, diversos avanços foram obtidos a partir de 2009. O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), por exemplo, vem desenvolvendo um trabalho inovador, através da equipe composta por psicólogos, advogados e outros profissionais. "Propomos atendimento ao homem agressor, pois percebemos o quanto é difícil para a mulher vitimada conseguir equacionar o problema sozinha", disse.O resultado das deliberações resultou em subsídios para a 3ª Conferência Nacional de Políticas Públicas para Mulheres, programada para dezembro, em Brasilia.
"Nós somos uma maioria tratada como minoria. Conferências como essa devem servir como espaços para reflexão", disse, citando como exemplo a representatividade política, que considera "insignificante". Segundo Terezinha Beraldo, levantamentos apontam que o Paraná é um dos Estados mais atrasados em relação às políticas direcionadas à mulher, sendo necessário avançar em vários aspectos. Uma das proposições seria pensar, até mesmo, na criação de uma Secretaria de Estado da Mulher, a partir de discussões envolvendo os diversos segmentos da sociedade organizada. "Ter voz e não ter vez não dá", enfatizou.
A opinião é compartilhada pela vereadora Mara da Saúde, única mulher da atual legislatura. "É preciso sim aumentar a participação das mulheres na vida política. Não se trata de medir força com os homens", avaliou.
Segundo a secretária de Assistência Social, Marcela Laino Verrilo, diversos avanços foram obtidos a partir de 2009. O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), por exemplo, vem desenvolvendo um trabalho inovador, através da equipe composta por psicólogos, advogados e outros profissionais. "Propomos atendimento ao homem agressor, pois percebemos o quanto é difícil para a mulher vitimada conseguir equacionar o problema sozinha", disse.
O resultado das deliberações resultou em subsídios para a 3ª Conferência Nacional de Políticas Públicas para Mulheres, programada para dezembro, em Brasilia.