Diversos
CRAM realizou primeira sessão do Cine Mulher
Data de publicação: 30/10/2009
A imagem da mulher no cinema, transformada em luz e movimento, é capaz de amplificar nossa percepção do mundo. O cinema não é só o registro dos sentimentos. É também expressão da cultura, instrumento pedagógico e político. Pensando nisso, o Centro de Referência e Atendimento à Mulher (CRAM), idealizou o Cine Mulher. Na primeira sessão, realizada anteontem (29), foi projetado o filme ‘Mulheres Perfeitas' (EUA, 2004), dirigido por Frank Oz - com Nicole Kidman no papel principal. O filme apresenta a história de uma mulher recém chegada a um local do subúrbio, que estranha o fato de todas as esposas do lugar obedecerem cegamente aos maridos. Ela passa a investigar a situação, descobrindo a existência de um plano para evitar problemas familiares. "O Cine Mulher surgiu com a proposta de discutir a condição feminina na sociedade, seus valores. E também para propiciar a compreensão da cultura machista existente. A idéia é politizar, desenvolver o senso crítico", explica a assistente social Isabel Cristina dos Santos Marques. A próxima sessão, em novembro (data a ser confirmada), apresentará ‘O Sorriso de Mona Lisa' (EUA, 2003), onde uma professora serve de inspiração para suas alunas, após decidir lutar contra normas conservadoras do colégio em que trabalha. Dirigido por Mike Newell (Donnie Brasco), conta com Julia Roberts, Kirsten Dunst, Julia Stiles e Marcia Gay Harden no elenco. A terceira sessão (também em data a ser confirmada), apresentará ‘Se Eu Fosse Você' (2006), de Daniel Filho. No grande sucesso do cinema nacional, Cláudio (Tony Ramos) é um publicitário bem sucedido, casado com Helena (Glória Pires), uma professora de música que cuida de um coral infantil. Acostumados com a rotina do dia a dia e ao casamento de tantos anos, eles volta e meia têm uma discussão. Após uma briga mais "apimentada", algo inexplicável acontece: eles trocam de corpos. Apavorados, Cláudio e Helena tentam aparentar normalidade até que consigam reverter a situação. Porém, para tanto, eles precisam assumir por completo a vida do outro.