Diversos
Diretores da rede municipal de ensino recebem orientações sobre a dengue
Data de publicação: 22/02/2010
A dengue é um dos mais graves problemas de saúde pública da atualidade. O especialista Celso Gomes ministrou, na última sexta-feira à tarde, palestra direcionada a diretores e coordenadores da rede municipal de ensino. "São pessoas que podem multiplicar, e muito, as informações, pois trabalham diretamente com cerca de seis mil alunos", disse. Gomes, ligado ao Comitê de Assessoramento e Acompanhamento das Ações de Controle da Dengue de Umuarama, realiza assiduamente o que considera "bate-papo direto e proveitoso sobre o assunto", visitando empresas e instituições diversas.Segundo a secretária municipal de Educação, Silvia de Oliveira Basso, o trabalho desenvolvido em anos anteriores pode e deve ser aprimorado. "Temos nas escolas as agendas da dengue, que cumprem um trabalho intenso de mobilização", informou. "As atividades surtem reflexo nos alunos. É muito importante abordar sempre a questão", avalia.Os professores podem sugerir, por exemplo, atividades interdisciplinares buscando a interação do escolar com a problemática, multiplicando as práticas apreendidas aos familiares e vizinhos (divulgando medidas de controle dos criadouros do mosquito transmissor).Também podem contribuir recursos como elaboração de textos coletivos, pesquisa e leitura de textos informativos (uso da internet, jornal e revistas em sala de aula), confecção de cartazes, elaboração de panfletos, álbum seriado, gibis, jogos, paródias, dramatização, vídeo e reuniões com a comunidade.
A dengue é um dos mais graves problemas de saúde pública da atualidade. O especialista Celso Gomes ministrou, na última sexta-feira à tarde, palestra direcionada a diretores e coordenadores da rede municipal de ensino. "São pessoas que podem multiplicar, e muito, as informações, pois trabalham diretamente com cerca de seis mil alunos", disse. Gomes, ligado ao Comitê de Assessoramento e Acompanhamento das Ações de Controle da Dengue de Umuarama, realiza assiduamente o que considera "bate-papo direto e proveitoso sobre o assunto", visitando empresas e instituições diversas.
Segundo a secretária municipal de Educação, Silvia de Oliveira Basso, o trabalho desenvolvido em anos anteriores pode e deve ser aprimorado. "Temos nas escolas as agendas da dengue, que cumprem um trabalho intenso de mobilização", informou. "As atividades surtem reflexo nos alunos. É muito importante abordar sempre a questão", avalia.
Os professores podem sugerir, por exemplo, atividades interdisciplinares buscando a interação do escolar com a problemática, multiplicando as práticas apreendidas aos familiares e vizinhos (divulgando medidas de controle dos criadouros do mosquito transmissor).
Também podem contribuir recursos como elaboração de textos coletivos, pesquisa e leitura de textos informativos (uso da internet, jornal e revistas em sala de aula), confecção de cartazes, elaboração de panfletos, álbum seriado, gibis, jogos, paródias, dramatização, vídeo e reuniões com a comunidade.