Diversos
Família invade área de ‘lixão' desativado
Data de publicação: 30/01/2010
Cinco pessoas de uma mesma família ocuparam área irregular no último final de semana, em Umuarama. O grupo edificou, de forma precária, uma casa de madeira no final da avenida Umuarama (Parque Industrial). O local é um antigo "lixão", desativado pela Prefeitura. No segundo semestre do ano passado, onze famílias tiveram a mesma idéia e a desocupação ocorreu de forma pacífica.Durante a semana, a Diretoria de Habitação e a Secretaria de Ação Social entraram em contato com os invasores, informando principalmente sobre as condições de insalubridade do local. Mediante as colocações da administração municipal, a família - a princípio - concordou em sair, mas mudou de opinião em seguida. HistóricoO chefe da família, Gilberto Teixeira Luca, tem 29 anos e trabalha com serviços gerais. Ele declarou que a renda familiar é de R$ 750. A Diretoria de Habitação apurou que seus falecidos pais foram beneficiados com uma unidade do projeto habitacional Morar Melhor (Jardim Arco Íris). O problema é que os titulares não efetuaram o pagamento das prestações.Sem o seguro de quitação das dívidas, o imóvel ainda pertence ao município. Mesmo assim, Gilberto e os irmãos optaram pela venda do mesmo após a morte dos pais (outra ilegalidade). Segundo o diarista, o dinheiro foi empregado na compra do terreno que sua família ocupa atualmente (que, por sua vez, também pertence ao município). A família chegou a apresentar um contrato de compra e venda que não vale absolutamente nada, no valor de R$ 1,2 mil."Na próxima semana, o município entrará com uma ação de reintegração de posse e, na sequência, irá requerer interdito proibitório", explica o diretor de assuntos jurídicos da Prefeitura, Marcelo Gomes Vale. O interdito poderá facilitar ações contra futuras invasões.Segundo a Diretoria de Habitação, a família já realizou cadastramento no maior programa habitacional da história do município, que começará a ganhar corpo nos próximos meses, mediante entrevistas de milhares de inscritos.
Cinco pessoas de uma mesma família ocuparam área irregular no último final de semana, em Umuarama. O grupo edificou, de forma precária, uma casa de madeira no final da avenida Umuarama (Parque Industrial). O local é um antigo "lixão", desativado pela Prefeitura. No segundo semestre do ano passado, onze famílias tiveram a mesma idéia e a desocupação ocorreu de forma pacífica.
Durante a semana, a Diretoria de Habitação e a Secretaria de Ação Social entraram em contato com os invasores, informando principalmente sobre as condições de insalubridade do local. Mediante as colocações da administração municipal, a família - a princípio - concordou em sair, mas mudou de opinião em seguida.
Histórico
O chefe da família, Gilberto Teixeira Luca, tem 29 anos e trabalha com serviços gerais. Ele declarou que a renda familiar é de R$ 750. A Diretoria de Habitação apurou que seus falecidos pais foram beneficiados com uma unidade do projeto habitacional Morar Melhor (Jardim Arco Íris). O problema é que os titulares não efetuaram o pagamento das prestações.
Sem o seguro de quitação das dívidas, o imóvel ainda pertence ao município. Mesmo assim, Gilberto e os irmãos optaram pela venda do mesmo após a morte dos pais (outra ilegalidade). Segundo o diarista, o dinheiro foi empregado na compra do terreno que sua família ocupa atualmente (que, por sua vez, também pertence ao município). A família chegou a apresentar um contrato de compra e venda que não vale absolutamente nada, no valor de R$ 1,2 mil.
"Na próxima semana, o município entrará com uma ação de reintegração de posse e, na sequência, irá requerer interdito proibitório", explica o diretor de assuntos jurídicos da Prefeitura, Marcelo Gomes Vale. O interdito poderá facilitar ações contra futuras invasões.
Segundo a Diretoria de Habitação, a família já realizou cadastramento no maior programa habitacional da história do município, que começará a ganhar corpo nos próximos meses, mediante entrevistas de milhares de inscritos.