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Gestantes recebem kits durante visita à Maternidade Municipal

Data de publicação: 08/06/2010

Foto da matéria Gestantes recebem kits durante visita à Maternidade Municipal

A Maternidade Municipal surgiu em 2000, para atender a demanda do programa Nascer em Umuarama, propiciando às gestantes assistência especializada em obstetrícia (de forma humanizada).
O secretário de Saúde, Claudio Francisconi, acompanhou a visita de um grupo de 25 gestantes à maternidade ontem (7) à tarde. Na ocasião, foram entregues os novos kits do bebê, compostos por fraldas descartáveis, toalhas, pomadas anti-assadura e outros itens. "São mulheres atendidas nas Unidades Básicas de Saúde de todas as regiões da cidade", explica a psicóloga Patrícia Fabi.
Anualmente, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, são entregues cerca de 1200 kits. Com as visitas, as futuras mamães passam a sentir maior segurança no último estágio da gravidez. Um dos principais focos do trabalho desenvolvido é incentivar o parto normal (ou natural).

Avanços
Desde o ano passado, a taxa de mortalidade infantil caiu significativamente (mais de 50%). A qualificação da atenção ao pré-natal, ao parto e ao recém-nascido é apontada como uma das razões para a redução do coeficiente. O monitoramento de cada gestante é uma estratégia fundamental para a redução da mortalidade infantil e neonatal.
As melhorias alcançadas passam pela adoção de cuidados assistenciais e terapêuticos, medidas preventivas, cursos e treinamentos para a capacitação dos profissionais. Após o nascimento, são realizadas visitas para avaliar se existem fatores de risco, como baixo peso.

Exames
Com os exames médicos realizados no pré-natal, é possível identificar e reduzir alguns problemas de saúde que costumam atingir a mãe e seu bebê. O ideal é que as mães iniciem o pré-natal assim que souberem da gravidez. As consultas e exames permitem identificar problemas como hipertensão, anemia, infecção urinária e doenças transmissíveis pelo sangue de mãe para filho, como Aids e a sífilis. Alguns desses problemas podem causar o parto precoce, o aborto e trazer outras sérias consequências para a mãe ou para o bebê.
Até por volta do sétimo mês, as consultas devem ser mensais; a partir daí devem passar a ser quinzenais e semanais perto do nascimento do bebê. Em cada consulta deve ser verificada a pressão arterial, peso, medida do abdômen e auscultados os batimentos fetais, que são anotados pelo médico.

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