Diversos
Maioria dos bairros zerou índice de infestação no 3º levantamento do ano
Data de publicação: 20/07/2010
A Secretaria Municipal de Saúde divulgou ontem o resultado do 3º Levantamento de Índice Rápido de Infestação de Aedes aegypit (LIRAa) do ano. A avaliação corresponde ao período de 12 a 16 de julho, e aferiu um dos mais baixos índices do Paraná: 0,2%. O patamar considerado tolerável pelo Ministério da Saúde é 1%. Para a apuração, a cidade é dividida em regiões. Treze das dezesseis (aproximadamente 80%) registraram índice zero - Jabuticabeiras, Alto São Francisco, Jardim Cruzeiro, Bem Estar, Ceprev, Bonfim, Área de Expansão I, Tucuruvi, Danielle, Arco-Íris, Área de Expansão II e Industrial. As incidências ocorreram no Conjunto Guarani (0,6%), região da Estação Rodoviária (0,7%) e São Cristóvão (2,3%). Foram vistoriados 1.723 imóveis. "Por um lado, os fatores climáticos influenciaram, mas o baixo percentual também é resultado do incansável trabalho dos agentes", avalia a supervisora de campo Aletheia Patrícia Busch.Outro fator é a realização dos arrastões, responsáveis pelo recolhimento de centenas de toneladas de materiais. No primeiro LIRAa do ano, realizado em janeiro, o índice apurado foi 2,7%. No segundo, em abril, caiu para 2,1%.Apesar do resultado satisfatório, a secretaria manterá o ritmo do trabalho de fiscalização e prevenção para evitar a presença da doença na cidade, e a participação efetiva da sociedade continua sendo a principal aliada.Os números gerais também foram atualizados. Foram confirmados, desde janeiro, 229 casos. Aproximadamente 30% são ‘importados' e os demais autóctones. Ainda não foram registrados casos de dengue hemorrágica. A aplicação de multas é outra medida que está surtindo efeitos positivos. Elas variam de R$ 50 a R$200 para pessoa física e de R$ 100 a R$ 400 para pessoa jurídica. Ao todo, foram 262 notificações.
A Secretaria Municipal de Saúde divulgou ontem o resultado do 3º Levantamento de Índice Rápido de Infestação de Aedes aegypit (LIRAa) do ano. A avaliação corresponde ao período de 12 a 16 de julho, e aferiu um dos mais baixos índices do Paraná: 0,2%. O patamar considerado tolerável pelo Ministério da Saúde é 1%. Para a apuração, a cidade é dividida em regiões. Treze das dezesseis (aproximadamente 80%) registraram índice zero - Jabuticabeiras, Alto São Francisco, Jardim Cruzeiro, Bem Estar, Ceprev, Bonfim, Área de Expansão I, Tucuruvi, Danielle, Arco-Íris, Área de Expansão II e Industrial. As incidências ocorreram no Conjunto Guarani (0,6%), região da Estação Rodoviária (0,7%) e São Cristóvão (2,3%). Foram vistoriados 1.723 imóveis. "Por um lado, os fatores climáticos influenciaram, mas o baixo percentual também é resultado do incansável trabalho dos agentes", avalia a supervisora de campo Aletheia Patrícia Busch.
Outro fator é a realização dos arrastões, responsáveis pelo recolhimento de centenas de toneladas de materiais. No primeiro LIRAa do ano, realizado em janeiro, o índice apurado foi 2,7%. No segundo, em abril, caiu para 2,1%.
Apesar do resultado satisfatório, a secretaria manterá o ritmo do trabalho de fiscalização e prevenção para evitar a presença da doença na cidade, e a participação efetiva da sociedade continua sendo a principal aliada.
Os números gerais também foram atualizados. Foram confirmados, desde janeiro, 229 casos. Aproximadamente 30% são ‘importados' e os demais autóctones. Ainda não foram registrados casos de dengue hemorrágica. A aplicação de multas é outra medida que está surtindo efeitos positivos. Elas variam de R$ 50 a R$200 para pessoa física e de R$ 100 a R$ 400 para pessoa jurídica. Ao todo, foram 262 notificações.